Quem te garante que quando a porta se fecha sozinha, era somente o vento? Que os ruídos que você ouviu não eram nada? Quem te garante que não estou te observando agora? Que te olho toda noite? Quem te garante que quando você sente calafrios não sou eu te visitando? Que as vozes que te chamam não sou eu gritando seu nome?